Professores e estudantes representaram a Instituição na Operação Carimbó, realizada no Pará, com ações voltadas à saúde, educação, cidadania e sustentabilidade

A Universidade Feevale realizou, nesta quinta-feira, 27, a cerimônia de certificação dos professores e estudantes que participaram da Operação Carimbó, a 100ª edição do Projeto Rondon. A iniciativa foi realizada entre os dias 6 e 25 de julho, no município de São João do Araguaia, no Pará, onde a equipe da Instituição desenvolveu ações voltadas à promoção da saúde, da educação, da cidadania e do desenvolvimento sustentável.
A equipe da Feevale foi formada pelas professoras Maristela Peixoto, do curso de Enfermagem, e Magali Pilz, do curso de Fisioterapia; pela doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental Cristini de Lima; e pelos estudantes Emylli Pilone, Gabriela Barcelos, Julia Gabrielle Klein, Eduarda Ritter, Arthur Muhl, Nicoly Sachser e Victoria Mejler. Ao longo da operação, os participantes desenvolveram e apoiaram oficinas, capacitações, rodas de conversa, atividades educativas e ações comunitárias junto à população local.
Entre os temas trabalhados estiveram saúde da mulher, pré-natal, saúde mental, prevenção do suicídio, primeiros socorros, atendimento humanizado, aleitamento materno, envelhecimento saudável, empoderamento feminino, inclusão, prevenção ao bullying, violência infantojuvenil, educação inclusiva, juventude, sustentabilidade, gestão de resíduos sólidos e saúde ambiental.
A participação na Operação Carimbó marcou a quinta operação consecutiva do Projeto Rondon da qual a Universidade Feevale participa. Coordenado pelo Ministério da Defesa, o projeto promove a atuação de universitários em comunidades brasileiras, proporcionando aos estudantes uma experiência de formação cidadã e de aplicação prática dos conhecimentos acadêmicos diante de diferentes realidades sociais.
Durante a cerimônia de certificação, a pró-reitora de Ensino, Maria Cristina Bohnenberger, ressaltou que iniciativas como o Projeto Rondon são construídas a partir do envolvimento e da disposição da comunidade acadêmica em transformar oportunidades em ações concretas. “Uma universidade se constrói a partir dos incentivos e das iniciativas de pessoas que estão aqui dentro, que enxergam uma oportunidade e, mais do que enxergar, transformam essa oportunidade em ação”, afirmou.
Segundo ela, a participação em projetos de extensão envolve planejamento, dedicação e a construção de propostas adequadas às necessidades de cada comunidade. “Existe muito trabalho por trás disso. São horas dedicadas ao projeto, é planejamento, é pensar em uma proposta que realmente faça sentido, que seja adequada para aquele grupo de pessoas, que permita analisar possibilidades e, a partir delas, construir novos caminhos. Mas, para além de tudo isso, existe um primeiro movimento, que é de vocês”, destacou.
O pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, Fernando Spilki, destacou o compromisso demonstrado pela equipe ao representar a Universidade em uma ação de alcance social. “Quero agradecer muito pela coragem, pelo trabalho e pela disposição de vocês. Isso é muito importante para nós. Vocês representam a Universidade de uma maneira muito legítima, levando a presença da Instituição para lugares onde ela precisa estar”, afirmou.
Spilki ressaltou, também, a importância de dar continuidade às experiências construídas durante a operação. “Espero, sinceramente, que vocês continuem com essa ideia de seguir fazendo esse trabalho, de continuar chegando a esses lugares e, principalmente, de fazer com que essa experiência possa render frutos para outras pessoas também”, completou.
Confira algumas fotos da Operação Carimbó:



